Press Release – Habicamp

Saldo de emprego na construção civil da Região de Campinas piora em novembro, com 564 de vagas fechadas

Dado positivo é que setor reabriu 992 postos que haviam sido eliminados no acumulado do ano

Campinas, 03 de Janeiro de 2018 – A construção civil na Região Metropolitana de Campinas (RMC) fechou o mês de Novembro de 2017 com saldo de 564 vagas eliminadas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Os números correspondem a 18 municípios que integram a base de dados do governo federal – Morungaba não consta do levantamento. Em cinco cidades os números fecharam no azul, nove 12 com mais demissões que admissões e apenas um ficou estagnado. (Veja quadro abaixo).
No acumulado do ano, de janeiro a Novembro do ano passado o saldo é de -755 vagas fechadas. Porém, o lado positivo do balanço divulgado pelo Caged é que este saldo sofreu uma forte retração no penúltimo mês do ano passado, quando comparado a outubro do mesmo ano, quando o estoque de vagas estava negativo em 1.747.
De acordo com a pesquisa do Caged, em Novembro foram admitidos 1.448 trabalhadores com carteira assinada e demitidos 2.012, o que resultado no saldo de -564 vagas eliminadas. Sumaré foi o município com maior saldo positivo (46 novos empregos), seguido por Cosmópolis e Santa Bárbara D´Oeste, com seis vagas positivas cada. Na outra ponta do mapa de empregos do setor no mês de novembro aparecem Campinas, com 247 vagas eliminadas, Indaiatuba 91 e Americana (-65).
No acumulado do ano passado, de janeiro a novembro, os números indicam leve recuperação no número de contratações. Apesar do saldo ainda se manter negativo, o estoque de desemprego no setor da construção civil da RMC vem recuando a cada mês. Em Setembro estava negativo em 1.969 postos, caindo para 1.747 em outubro e recuando para – 564 em Novembro.
Para o presidente da Associação das Empresas do Setor Imobiliário e da Habitação de Campinas e Região (Habicamp), Francisco de Oliveira Lima Filho, os números de novembro foram uma surpresa não apenas para o setor, como para a economia nacional como um todo, já que “vínhamos de saldo positivo nos últimos dois meses, e esperamos que este vigor se mantivesse em novembro”, explica. “Dezembro não deve mudar muito, não devemos ter uma forte recuperação no que diz respeito a contratações, pois as construtoras pouco contratam no final de ano”, afirma Lima Filho. “Novas contratações devem começar neste início do ano, de acordo com o início das obras de novos empreendimentos, embora em nosso segmento há uma prazo muito grande entre lançamentos, que realmente á está ocorrendo, e o inicio de uma obra”.
Para o presidente da Habicamp, o lado positivo do balanço de novembro é a redução do número de vagas de desempregados, o chamado estoque dos trabalhadores que estão fora do mercado de trabalho. “Em três meses, recuperamos 992 postos de trabalho para as pessoas sem carteira assinada, com tendência que este número se recupere até o final do ano”, completa.

Números do Caged para a RMC em Novembro

Preço médio do imóvel registra alta em três municípios da RMC em Novembro, aponta levantamento da Hiperdados

03/01/2018 – O preço médio dos imóveis registrou alta em três municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) no mês de Novembro, segundo levantamento que acaba de ser divulgado pela empresa Hiperdados, software house de gestão para incorporadoras, construtoras, imobiliárias e fundos imobiliários. Segundo o Índice Properati Hiperdados, que avalia a evolução dos preços de imóveis em 100 municípios, Campinas, Paulínia e Americana fecham o mês passado com alta no preço do metro quadrado, superando a média nacional, que foi negativa em -1,46%.
O maior índice entre as cidades da RMC em novembro foi registrado na cidade de Americana, com elevação de 0,59%, com o m2 atingindo R$ 3.755, ainda abaixo dos R$ 4.105 do mesmo mês do ano passado. Em Campinas, o valor do m2 em novembro registrou elevação de 0,33%, atingindo R$ 5.209, contra R$ 4.938 de novembro de 2016. Já na cidade de Paulínia, o Índice registrou alta de 0,28%, com o metro quadrado a R$ 4.269 No mesmo mês do ano pássaro o m2 estava em R$ 4.116.
O levantamento ainda aponta a evolução dos preços no ano e no acumulado dos últimos 12 meses (entre novembro de 2016 e novembro de 2017). Em Campinas, a valorização do imóvel de janeiro a novembro já acumula 5,25%, e 4,22% nos 12 meses. No caso de Paulínia, a evolução no ano já chega a 2,72% e a 3,72% em 12 meses. Já em Americana, o Índice acumulado no ano é negativo em -7,44 e em -8,53% no acumulado de 12 meses.
Em outros três municípios, o valor do m2 os imóveis ainda se mantém negativo. Em Indaiatuba, o preço do imóvel em Novembro caiu 0,52%, com o m2 cotado a R$ 4,227, ante R$ 4.191 de novembro do ano passado. No acumulado do ano, no entanto, observa-se uma valorização de 0,55% e de 0,86% em doze meses. Em Valinhos, o Índice de Novembro foi negativo em -0,27%, com o m2 a R$ 4.447 (4.453 no ano passado), de -2,39 no ano e -,013 em doze meses. Em Vinhedo, o Índice apontou – 0,32 em novembro, com o m2 a 4.631 (R$ 4.846 em novembro do ano passado), enquanto o acumulado do ano é de -5,12 e em doze meses -4,44%.
Segundo o medidor de preços Índice Properati-Hiperdados (IPH), o preço médio do metro quadrado dos imóveis à venda no Brasil teve queda de 1,46%, entre os meses de outubro e novembro de 2017. No acumulado de 2017, o metro quadrado brasileiro já desvalorizou 2,85% e, se considerarmos a variação entre novembro de 2016 e novembro de 2017, a queda é ainda maior: 4,48%. Mesmo assim, a queda deste mês não diminui as expectativas de recuperação para o mercado imobiliário, que tem grandes chances de retomada no próximo ano.
Para o presidente da Habicamp, a associação das empresas do setor da construção da região de Campinas, Francisco de Oliveira Lima Filho, os dados da pesquisa do Índice Properati Hiperdados mostram que em algumas cidades os preços dos imóveis já começam a dar sinais de recuperação, não somente em novembro, mas no acumulado do ano, como são os casos de Campinas, Indaiatuba e Paulínia, onde os lançamentos imobiliários já começam a despontar com maior intensidade, após três anos de estagnação.
Nos outros municípios abrangidos pelo levantamento, os valores estão ainda negativos, mas com tendência de recuperação de preços a partir do próximo ano, quando novos empreendimento serão lançados, elevando a demanda e, por consequência, os próprios preços dos imóveis.

Preço médio do imóvel registra alta em três municípios da RMC em Novembro, aponta levantamento da Hiperdados

Índice abrange Campinas, Paulínia, Americana, Indaiatuba, Valinhos e Vinhedo

Campinas, 19 de Dezembro de 2017 – O preço médio dos imóveis registrou alta em três municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) no mês de Novembro, segundo levantamento que acaba de ser divulgado pela empresa Hiperdados, software house de gestão para incorporadoras, construtoras, imobiliárias e fundos imobiliários. Segundo o Índice Properati Hiperdados, que avalia a evolução dos preços de imóveis em 100 municípios, Campinas, Paulínia e Americana fecham o mês passado com alta no preço do metro quadrado, superando a média nacional, que foi negativa em -1,46%.
O maior índice entre as cidades da RMC em novembro foi registrado na cidade de Americana, com elevação de 0,59%, com o m2 atingindo R$ 3.755, ainda abaixo dos R$ 4.105 do mesmo mês do ano passado. Em Campinas, o valor do m2 em novembro registrou elevação de 0,33%, atingindo R$ 5.209, contra R$ 4.938 de novembro de 2016. Já na cidade de Paulínia, o Índice registrou alta de 0,28%, com o metro quadrado a R$ 4.269 No mesmo mês do ano pássaro o m2 estava em R$ 4.116.
O levantamento ainda aponta a evolução dos preços no ano e no acumulado dos últimos 12 meses (entre novembro de 2016 e novembro de 2017). Em Campinas, a valorização do imóvel de janeiro a novembro já acumula 5,25%, e 4,22% nos 12 meses. No caso de Paulínia, a evolução no ano já chega a 2,72% e a 3,72% em 12 meses. Já em Americana, o Índice acumulado no ano é negativo em -7,44 e em -8,53% no acumulado de 12 meses.
Em outros três municípios, o valor do m2 os imóveis ainda se mantém negativo. Em Indaiatuba, o preço do imóvel em Novembro caiu 0,52%, com o m2 cotado a R$ 4,227, ante R$ 4.191 de novembro do ano passado. No acumulado do ano, no entanto, observa-se uma valorização de 0,55% e de 0,86% em doze meses. Em Valinhos, o Índice de Novembro foi negativo em -0,27%, com o m2 a R$ 4.447 (4.453 no ano passado), de -2,39 no ano e -,013 em doze meses. Em Vinhedo, o Índice apontou – 0,32 em novembro, com o m2 a 4.631 (R$ 4.846 em novembro do ano passado), enquanto o acumulado do ano é de -5,12 e em doze meses -4,44%.
Segundo o medidor de preços Índice Properati-Hiperdados (IPH), o preço médio do metro quadrado dos imóveis à venda no Brasil teve queda de 1,46%, entre os meses de outubro e novembro de 2017. No acumulado de 2017, o metro quadrado brasileiro já desvalorizou 2,85% e, se considerarmos a variação entre novembro de 2016 e novembro de 2017, a queda é ainda maior: 4,48%. Mesmo assim, a queda deste mês não diminui as expectativas de recuperação para o mercado imobiliário, que tem grandes chances de retomada no próximo ano.
Para o presidente da Habicamp, a associação das empresas do setor da construção da região de Campinas, Francisco de Oliveira Lima Filho, os dados da pesquisa do Índice Properati Hiperdados mostram que em algumas cidades os preços dos imóveis já começam a dar sinais de recuperação, não somente em novembro, mas no acumulado do ano, como são os casos de Campinas, Indaiatuba e Paulínia, onde os lançamentos imobiliários já começam a despontar com maior intensidade, após três anos de estagnação.
Nos outros municípios abrangidos pelo levantamento, os valores estão ainda negativos, mas com tendência de recuperação de preços a partir do próximo ano, quando novos empreendimento serão lançados, elevando a demanda e, por consequência, os próprios preços dos imóveis.

NOVOS ASSOCIADOS DA HABICAMP
Dando sequência ao trabalho de fortalecimento da entidade, através da expansão de seu quadro participativo, a Habicamp acaba de formalizar o ingresso de dois novos associados:Grupo ServCamp e Ronaldo Reis, ex-secretário de Obras na cidade de Hortolândia.
Há mais de 25 anos no mercado, o Grupo ServCamp atua no ramo de terceirização de serviços. A empresa trabalha com soluções planejadas e personalizadas. Hoje, atua nos setores industrial, empresarial e condominial. “Procuramos ter acompanhamento constante de todos os funcionários que nós contratamos”, diz Paulo Campana, proprietário do Grupo ServCamp. Atualmente os mais 300 funcionários são distribuídos entre 70 clientes.
Outro associado novo é o Tecnólogo em Saneamento (Unicamp) Ronaldo Reis, ex-secretário de Obras, Planejamento Urbano e Mobilidade Urbana na Prefeitura Municipal de Hortolândia. Atualmente, ele é Assessor do Secretário de Serviços Públicos de Campinas, além de desenvolve trabalhos na área imobiliária, como consultor da Hubb Negócios Imobiliários. Ronaldo vai ocupar um cargo de diretor regional da Habicamp nas cidades de Hortolândia e Sumaré, visando o fortalecimento da entidade naquela região.




Região de Campinas registra saldo positivo de contratações na construção no mês de julho

No acumulado dos sete meses do ano empresas do setor criaram 214 vagas

Campinas, 23 de Agosto de 2017 – Apesar do cenário econômico ainda em recuperação, a construção civil na microrregião de Campinas – formada por 16 municípios – fechou os sete primeiros meses de 2017 com saldo positivo. No período de janeiro a julho, o setor empregou mais do que demitiu, encerrando o intervalo de meses com 214 vagas abertas. No mesmo período do ano passado o setor havia fechado 958 postos de trabalho. Os números são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados na semana passada.
De acordo com o órgão federal, entre janeiro e julho deste ano o setor admitiu 13.941 pessoas e desligou 13.727, resultado no saldo positivo de 214 vagas. Segundo Sérgio Vargas Fernandes, Vice Presidente de Economia da Associação Regional da Habitação de Campinas (Habicamp), o saldo pode parecer pequeno diante do dinamismo do setor verificado anos atrás, mas se trata de um numero bastante positivo. “No mesmo intervalo de meses do ano passado a construção havia eliminado 958 postos de trabalho, com 16.017 desligamentos”, recorda Fernandes.
A Microrregião de Campinas, segundo o Caged, é formada por: Campinas, Sumaré, Indaiatuba, Americana, Hortolândia, Santa Bárbara D´Oeste, Valinhos, Paulínia, Vinhedo, Cosmópolis, Nova Odessa, Monte Mor, Jaguariúna, Pedreira, Elias Fausto e Holambra.
No caso específico de Campinas, o setor encerrou os sete primeiros meses com saldo de 636 postos abertos, contra 670 vagas eliminadas em 2016. “Isso mostra uma recuperação do setor, com novas obras, embora ainda em ritmo lento, mas com sinal de retomada. Tivemos um crescimento de 10% nas admissões e uma queda muito forte de 43% nos desligamentos”, afirma o Vice Presidente de Economia da Habicamp.

MENSAL
No levantamento feito pela Habicamp nos oito principais municípios da microrregião, os números de julho indicam que Campinas abriu 122 vagas, seguida por Americana (85), Jaguariúna (37) e Indaiatuba (6). Na ponta oposta, Paulínia fechou 48 vagas, seguida por Vainhos (21) Sumaré (7) e Hortolândia (5).

Abaixo, seguem os números do ano nos oito maiores municípios da Microrregião de Campinas:

Município jan/jul-17 Admissão jan/jul-16 Admissão jan/jul-17 Desligam. jan/jul-16 Desligam. jan/jul-17 Saldo jan/jul-16 Saldo
CAMPINAS 5335 5528 4668 6208 636 -670
SUMARÉ 975 1490 1216 1404 -241 86
INDAIATUBA 1653 2042 2150 2064 -497 -22
AMERICANA 1360 1517 1333 1407 27 110
HORTOLÂNDIA 639 875 704 683 -65 192
PAULÍNIA 775 907 655 933 120 -26
VALINHOS 233 218 240 354 -7 -136
JAGUARIÚNA 444 322 338 323 106 -1




Vice-Presidente da Habicamp assume Fundação José Pedro de Oliveira.

Atual Vice-Presidente do Setor de Empreendimentos Imobiliários da Habicamp, Sinval Roberto Dorigon assume na próxima segunda-feira a presidência da Fundação José Pedro de Oliveira (gestora da Mata de Santa Genebra). Ele ocupará o cargo de Thiago Ferrari.

Além de empresário e advogado, Sinval Dorigon foi presidente da Habicamp, nas gestões 2005 e 2006 e 2007/2008, quando deixou o cargo interino para atual presidente Francisco de Oliveira Lima Filho, para assumir a secretário municipal de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo, de Cooperação Internacional e de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública. diretor da FEAC (Federação das Entidades Assistenciais de Campinas).

Pesquisa aponta que aluguel de imóvel volta ser bom investimento na crise em Campinas

Taxa de retorno médio do aluguel medido pelo índice FipeZap na cidade atingiu 4,4% no mês de junho

Campinas, 03 de agosto de 2017 – Com a queda da rentabilidade das aplicações financeiras nos últimos meses, decorrente da redução dos juros, o aluguel voltou a ser uma alternativa atraente para quem deseja investir ou ter uma fonte de renda extra em Campinas. Pesquisa realizada pela Fipe (Fundação instituto de Pesquisas Econômicas) em municípios brasileiros aponta que a taxa de retorno médio do aluguel medido pelo índice FipeZap na cidade atingiu 4,4% no mês de junho, acima dos rendimentos de outros investimentos.

Para efeito de comparação, no mesmo mês passado a taxa de juro real de mercado foi de 4,1% e do rendimento da poupança (3,1%) para o período. A inflação no mês foi de 3%, segundo os dados oficiais do governo federal.

De acordo com o retorno do aluguel acima da inflação ocorreu em somente em 15 cidades. No ranking dessas cidades, Campinas ficou em sétimo lugar, atrás de Santos (6,4%), Recife (4,9%), São Paulo (4,9%), São Bernardo do Campo (4,6%), Salvador (4,6%) e Porto Alegre, com os mesmos (4,5%).

Segundo a Fipe, o retorno médio foi calculado comparando o preço médio de locação com o preço de venda dos imóveis. “Esse indicador é relevante, em particular, para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções de investimento disponíveis”, explica a Fipe.

Para o Vice Presidente de Comercialização da Habicamp (Associação Regional da Habitação), Douglas Vargas, a pesquisa FipeZap reforça que aplicação de recursos em imóveis continua a ser um bom investimento para quem deseja uma renda extra a médio e longo prazo. “Verificamos que o valor atualizado o IGP-M do metro quadrado de Campinas, mesmo na crise, superou a inflação, melhorando a rentabilidade para os proprietários”, explica.

Vargas pondera, também, que atualmente a oferta de imóveis na cidade está acima da demanda e, mesmo assim, está havendo um aumento do retorno do investimento. “O proprietário que investe na melhoria de seu imóvel, em pequenas reformas e manutenção, acaba se beneficiando e conseguindo uma rentabilidade maior que os demais.”

 

 

Construção Civil da Região Metropolitana de Campinas registra em maio alta de empregos pelo segundo mês consecutivo

Saldo entre contratações e demissões nos 20 municípios foi de 119 postos aberto

Campinas, 21 de junho de 2017 – A construção civil na Região Metropolitana de Campinas (RMC) registrou em maio geração de novos postos de trabalhos pelo segundo mês consecutivo. Nos 20 municípios que formam a RMC, o saldo entre admissão e demissão foi de 119 vagas abertas no setor no mês passado. Em dez cidades houve mais admissões que demissões e nove terminaram o período no vermelho. Os dados são Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados na segunda-feira. No período de janeiro a maio, a construção civil gerou 647 postos de trabalho na região.
Mais uma vez, o destaque da RMC foi Campinas, onde foram criadas 195 novas vagas de trabalho no mês passado. No acumulado do ano o número já chega a 509 postos abertos. Além de Campinas, Artur Nogueira, Cosmópolis, Holambra, Hortolândia, Itatiba, Jaguariúna, Nova Odessa, Pedreira e Santa Bárbara D’Oeste encerraram o período com número maior de admissões que demissões.
Na outra ponta, Indaiatuba foi a cidade que mais fechou vagas no setor: houve encolhimento de 135 postos, com um acumulado negativo de 286 vagas nos cinco primeiros meses do ano. Também fecharam vagas em maio: Americana, Engenheiro Coelho, Monte Mor, Paulínia, Santo Antônio de Posse, Sumaré, Valinhos e Vinhedo. Morungaba não consta da lista do Caged.
Para o presidente da Associação das Empresas do Setor Imobiliário e da Habitação de Campinas e Região (Habicamp), Francisco de Oliveira Lima Filho, os dados do Caged mostram uma clara retomada do setor da construção civil na RMC, embora ainda de forma tímida. “Já são dois meses de recuperação de vagas e a tendência é que melhore ainda mais nos próximos meses”, explica.
“Nossa projeção é de um aumento substancial na geração de empregos no setor no segundo semestre”, afirma “Muitas construtoras se preparam para colocar no mercado novos produtos e iniciar as obras e isso vai exigir novas contratações”, completa.

Município Maio Acumulado 2017
AMERICANA -24 -29
ARTUR NOGUEIRA 16 18
CAMPINAS 195 509
COSMÓPOLIS 4 3
ENGENHEIRO COELHO -1 5
HOLAMBRA 20 -89
HORTOLÂNDIA 44 155
INDAIATUBA -135 5
ITATIBA 15 98
JAGUARIÚNA 18 52
MONTE MOR -27 27
MORUNGABA
NOVA ODESSA 75 119
PAULÍNIA -1 5
PEDREIRA -44 214
SANTA BÁRBARA D’OESTE 25 -15
SANTO ANTONIO DA POSSE -6 -59
SUMARÉ -89 -178
VALINHOS -11 -3
VINHEDO -16 -51

 

Preço de imóvel usado em Campinas mostra recuperação e registra alta pelo segundo trimestre consecutivo

Valorização do m2 no ano atinge 0,92% e já se aproxima do valor de 2016

Campinas, 17 de julho de 2017 – Mesmo com a incerteza do atual quadro econômico e político nacional, o preço do imóvel usado continua se recuperando na cidade de Campinas. O valor do metro quadrado para venda registrou R$ 4.834,00 no segundo trimestre de 2017 – a segunda alta consecutivo em dois trimestres do ano -, atingindo uma valorização de 0,92% no acumulado do ano. Os dados foram levantados pelo DMI-VivaReal (Dados do Mercado Imobiliário), que contempla uma amostra de 30 cidades em diferentes regiões do País e considera mais de 2 milhões de imóveis usados disponíveis para compra ou aluguel.

O valor do m2 no mercado imobiliário de Campinas já ultrapassou ligeiramente o preço nominal no Brasil, que fechou o segundo trimestre de 2017 em R$ 4.833,00, com queda nominal de 1%. O custo do m2 em Campinas também já se aproxima do valor apurado no quarto trimestre de 2016 (R$ 4.915,00), que vinha de forte alta desde o segundo trimestre de 2015, segundo o DMI-VivaReal. (Veja evolução dos preços no quadro abaixo)

Para o presidente da Habicamp, a associação regional das empresas da indústria da construção de Campinas, Francisco de Oliveira Lima Filho, o levantamento da DMI-VivaReal mostra que o mercado de imóveis usados em Campinas vem se recuperando, ainda que de forma lenta, graças à maior procura por este tipo de imóvel.

“Também temos de ressaltar que o interesse maior por imóveis usados se deve pelo baixo índice de novos lançamentos no mercado nos últimos dois anos por conta da crise econômica, mesmo com crédito imobiliário à disposição dos interessados, principalmente nos bancos públicos”, diz Lima Filho.

Variação do metro quadrado na cidade de Campinas

2T153T154T151T162T163T164T161T172T17Variação em 2017

R$4.531 R$4.714 R$4.759 R$4.762 R$4.790 R$4.857 R$4.915 R$4.796 R$4.834 0,92%

Construção Civil da Região Metropolitana de Campinas tem saldo negativo de 405 vagas de trabalho em junho, aponta Caged

Onze cidades tiveram saldo negativo no mês passado, duas a mais em relação a maio

Campinas, 18 de julho de 2017 – Após dois meses de altas, o setor da construção civil da Região Metropolitana de Campinas (RMC) fechou mais vagas do que abriu no mês de junho. De acordo com os números divulgados nesta segunda-feira (17) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, o saldo nos 20 municípios que formam a RMC foi de 405 postos fechados no último mês. Com este último resultado, a saldo acumulado de vagas no ano baixou de 647 para 58 postos gerados nos seis primeiros meses de 2017.
Dos 20 municípios que integram a RMC, 11 ficaram no vermelho, dois a mais em relação ao mês de maio, sendo Indaiatuba a que mais perdeu postos de trabalhos: – 206. Outro município que também registrou número significativo de baixas foi Pedreira, com o fechamento de 153 vagas no setor.
Na ponta contrária, Monte Mor foi a cidade que mais abriu empregos no setor em junho: foram 99 vagas. Campinas também ficou com saldo positivo de 27 vaga, mas com uma forte redução na geração de empregos com carteiras assinadas quando comparado a maio: foram apenas 27 vagas contra 195 em maio. (veja quadro com os números de cada cidade abaixo).
O presidente da Habicamp (Associação Regional da Habitação), Francisco de Oliveira Lima Filho vê como preocupante os dados de junho, apesar de uma ligeira retomada no volume de crédito concessões de crédito imobiliário no país. Em maio, segundo dados do Banco Central, cresceram 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Em maio, a alta foi de 23,4% ante abril. “O que está ocorrendo é o fim de obras já iniciadas há alguns anos e um volume ainda pequeno de novos lançamentos em toda a região. As contratações de mão-de-obra estão sendo insuficientes para absorver as pessoas que estão tendo seus contratos encerrados na RMC”, explica.
No caso específico de Campinas, o problema, segundo ele, é ainda mais grave. “O mercado imobiliário está parado. Não pela falta de crédito ou pessoas dispostas a comprar. Mas por causa da demora na aprovação do Plano Diretor, que tem barrado novos investimentos do setor. Precisamos resolver este problema o mais rápido possível para que Campinas volte a gerar empregos e movimentar a economia local e regional”.

Mais Informações:

Marcelo Francisco de Oliveira
Tel.: (19) 3203.4787 / 99199.8258

E-mail: marcelo.francisco.oliveira@uol.com.br